domingo, julho 20, 2014

A Artemisa vai embora...


Há muito tempo que não escrevia por aqui. Muito mesmo...

O tempo deste blogue terminou. Fez parte de uma etapa da minha vida mas, agora, já não faz sentido.

Muito obrigada a todos os que me seguiram, que me aturaram, leram os meus desabafos e me apoiaram quando eu mais necessitei. No entanto, a Artemisa já não é necessária.

Vou partir para outras paragens! Quem me quiser seguir e continuar em contacto pode fazê-lo através daqui:


ou


Eu e o P. já andávamos há algum tempo a planear abrir um blogue sobre cinema. Começámos um, mas nunca foi para a frente. Mas este é a sério!

Quem quiser pode juntar-se a nós! São todos muito bem-vindos. :)

quinta-feira, abril 04, 2013

Da foto em pelota da Angela Merkel (supostamente)...


Desculpem lá, mas, a ser verdadeira, a senhora na época não estava nada mal... Tinha as curvas nos sítios certos!

sexta-feira, março 15, 2013

Até tinha a sua graça...


Hoje inscrevi-me sem querer para uma oferta de trabalho... E perguntam vocês "Como é que alguém se candidata sem querer a uma oferta?". Olhem que nem eu sei, mas sei que aconteceu... Eu só queria ver os requisitos da mesma e, sem querer, lá carreguei numa tecla e pumba... "Candidatura efectuada com sucesso".

Era giro de me chamassem, visto que nunca ninguém me chama quando me candidato com plena consciência daquilo que estou a fazer.

quinta-feira, março 14, 2013

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Hoje fui convidada para o casamento de uns amigo meus e do meu namorado. Amigos da faculdade que, apesar de não vermos há muito tempo (circunstâncias da vida), têm um lugar especial no nosso coração.

Fiquei contente por eles, óbvio que sim. Mas não posso negar que senti uma pontinha de inveja. Eles  trabalham (fora do país, para grande sorte deles), moram juntos e, agora, vão casar. A vida deles está a andar, enquanto a minha está estagnada.

Quando estava na faculdade tinha mil e um planos para mim e para o meu futuro. Claro que sabia que não ia realizar nem metade mas, se havia coisa da qual estava convencida, é que por esta altura da minha vida já teria um emprego estável (ou à volta disso) e um canto para mim e para o P.. No entanto, até ao momento, não vejo isso a acontecer. E sinto-me triste, frustada... Verdadeiramente inútil!

domingo, janeiro 27, 2013

Confessions on a blog... # 5


Quando era pequena jurava que, no hino nacional, se cantava "contra os dragões marchar, marchar".

quarta-feira, janeiro 23, 2013

sexta-feira, janeiro 18, 2013

Sobre o Lance Armstrong...


Concordo com o que fez? Obviamente que não. Foi errado, muito errado! Mas não sejam ingénuos ao ponto de pensar que ele é o único.

quinta-feira, janeiro 17, 2013

Confessions on a blog... # 4


Uma vez, quando era apenas uma miúda de palmo e meio, fiz um disparate tão grande que me ficou marcado na memória. Ora, passo a relatar o acontecimento...

Andava eu, talvez no 3º ou 4º ano (era uma catraia, portanto), e na escola que frequentava, exista um género de vala de terra batida onde os miúdos jogavam ao berlinde nos intervalos das aulas. Aquilo não tinha escadas para descer, a não ser uma imitação de escadas escavadas em terra batida, mas claro que também podiamos optar por ser radicais e descer pelas laterais em declive. Ora, uma vez, estava eu com um grupo de amigas, quando uma delas se vira para mim e segue-se o seguinte diálogo: - "Não és capaz de descer isto.", - "Sou sim, mas não vou descer.", - "Porquê?", - "Porque estou de saia, sapatinhos e collants..." (sim, eu era muito pipi naquela altura), - "Se não desceres não és mulher não és nada.". O que é que ela me foi dizer! Aquilo bateu-me tão forte cá dentro, qual gongo chinês, que pus os ombros para trás e meti o pé na berma da ribanceira para descer aquilo... Escusado será dizer que não correu bem. Escorreguei e fui ao tombos até lá abaixo. O que vale é o meu anjo-da-guarda devia estar atento e lá me amparou a queda para não partir os braços, as pernas e rachar a cabeça...

Mas acham que eu chorei? Não... Lá me levantei, com a camisa e a saia toda suja, collants rasgadas e toda desgrenhada e, qual alpinista a escalar o Everest, subi aquela porcaria, orgulhosa que só eu. Chego lá acima, nariz empinado, olho para a cara de aflição da "minha amiga" (olhem o pormenor do parênteses agora), com olhos esbugalhados, encho o peito, e digo "A culpa é tua... Eu disse-te que não queria ir e tu disseste aquilo... A culpa é tua!", mando-lhe um grande chapadão, viro as costas e vou-me embora. Claro que depois, fui para a casa de banho chorar, não tanto porque estivesse magoada, mas porque sabia que ia levar um raspanete e duas palmadas no rabo quando a minha mãe me visse naquele estado lastimável.

E isto tudo para vos dizer o seguinte: nunca façam nada de cabeça quente, só porque vos feriram o orgulho, ou para serem aceites por determinado grupo... É que só sai merda!

quarta-feira, janeiro 16, 2013

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Mãe faz bolo... Bolo sai do forno.

Artemisa - O bolo está bom?
Mãe - Ainda não provei. Mas está bonito...
Artemisa - Então, traz aí uma fatia para eu provar.
Mãe - Ainda nem sequer o viste...
Artemisa - Eu não quero vê-lo, quero comê-lo.

E é isto. Eu sou muito prática.

Artemisa, a estragar amizades desde 1985...


Mãe ao telefone com uma amiga, que queria saber se a minha mãe já tinha ido ver quando eram as entrevistas de selecção...

Colega: Yada, yada, yada...
Mãe: Não, ainda não fui. Se calhar vou lá hoje ou amanhã.
Artemisa (em alto e bom som): Ó mãe, então não fomos lá ontem?!
Mãe (enquanto faz gestos para me calar): Está bem... Eu quando for lá, vejo quando é a tua entrevista e depois digo-te.

Entretanto a minha mãe desliga, dá-se o seguinte diálogo:

Mãe - Ó Artemisa, tu és parva? Dizeres aquilo?
Artemisa - Que foi? Então não fomos lá ontem?!
Mãe - Fomos, mas ela já me tinha dito para ver quando era a entrevista dela e eu esqueci-me.

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Mulher rouba e conduz comboio contra um prédio perto de Estocolmo

Eu também gosto de andar de comboio e até tinha o desejo secreto de, um dia, ir para a cabine do motorista e conduzir o mesmo. Graças a Deus, nunca me deu para isso.  Assim sendo, o que é que a mulher tomou para fazer uma coisa destas? Também tinha o desejo secreto de conduzir um comboio? Ou inalou uma qualquer substância, pensou que aquilo era o Polar Express e que ia levantar voo antes de embater na casa?

Hoje está um óptimo dia para quê?


Para praticar mappling... Que é como quem diz, ficar de pijama, escarrapachada no sofá, de preferência enrolada numa manta, pois está frio. Depois é só aperfeiçoar o domínio do comando à distância et voilá...

terça-feira, janeiro 15, 2013

A parvalhona cá de casa...




Ir com a Nita o veterinário é uma tarefa difícil. Quando percebe que vai andar de carro fica, completamente, histérica. Quando chega ao veterinário fica amedrontada e é preciso arrastá-la para dentro do consultório. É giro de ser ver... Ela com o cu alapado no chão, patitas da frente bem fincadas no soalho e eu a puxar. Até que desisto, respiro fundo, penso "eu sou forte" e pego nela ao colo. Cortar-lhe as unhas não é fácil... São precisas 3 pessoas para segurar naquele piolho de 10Kg, que parece ter a força de um boi de 1000Kg. Hoje teve direito a um presentinho dela... Uma cabeçada na boca... Fora isso, portou-se lindamente, por isso teve direito a um saquinho de biscoitos só para ela.

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Confessions on a blog... # 3


Quando era pequerrucha e me diziam que Jesus tinha nascido em Belém eu pensava: "Que giro, Jesus era português".

domingo, janeiro 13, 2013

Daquela coisa chamada bookcrossing...


A ideia de deixar um livro num banco de jardim, na mesa de um café, numa paragem de autocarro para que terceiros o leiam e ver por que locais é que o mesmo já passou é, sem dúvida, algo de extremamente interessante e, quiçá, divertido. No entanto, confesso que não seria capaz de deixar um livro meu assim, meio que abandonado, em qualquer lugar. Não é tanto pelo dinheiro que ele vale e que me saiu do bolso. Quer dizer, não é de todo por esse motivo, mas antes pelo valor emocional que um livro tem para mim.

Um livro para mim é um amigo. Um amigo intímo. Um amigo que me acompanha ao longo de semanas, meses... Um amigo que está ao meu lado nas alturas boas e menos boas. Um amigo que me faz esquecer o mundo lá fora, que me faz viajar mesmo sem sair do sofá. Um amigo que me faz viajar por bosques encantados, terras distantes de reis e rainhas, princesas e dragões, por histórias de amores desencontrados e paixões ardentes que transcendem a vida, mistérios históricos, e muito, muito mais.

Um livro, para mim, é um amigo. E um amigo não se abandona.

sábado, janeiro 12, 2013

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É pá, gosto do Tony Carreira. Está dito. Parece ser uma pessoa como há poucas...