quinta-feira, setembro 24, 2009

Estes estrangeirismos :-)


Diálogo verídico, logo não inventado, entre duas pessoas...

Pessoa 1: Importaste que use o teu portátil?
Pessoa 2: Queres ir ao teu mail é?
Pessoa 1: Não. Quero ir ao correio electrónico.

quarta-feira, setembro 23, 2009

Love at the first sight!




De repente, uma troca de olhares e algo acontece. Os que viveram um amor assim, asseguram que é impossível esquecê-lo. Uns dizem que é como se, de repente, fossem atingidos por um arrebatamento intenso, vindo não se sabe bem de onde, tornando impossível ouvir qualquer outra coisa que não seja o batimento do coração. Outros, um pouco menos poéticos, falam em “cliques” ou “flechadas” para descrever esse momento mágico. Com recurso à poesia, ou não, uns dão importância à emoção e ao sentimento, enquanto outros ao desejo intenso.

Talvez, por isso mesmo, os primeiro prefiram chamar-lhe amor à primeira vista e, os últimos, atracção ou paixão.

Apesar disso, a verdade é que algo acontece naquele momento. Naquele momento em que pomos os olhos em alguém que, sem sabermos bem porquê, nos agrada. Naquele momento uma explosão acontece dentro de nós. Uma explosão de nos transforma e transforma o outro.

Mas podemos chamar isso de amor? Apesar de ser uma romântica inveterada, não me parece que possamos. Amor não é algo que nasça assim em segundos. Amor nasce com a convivência, é algo que se constrói com o tempo. Para amar é preciso aceitar alguém com as suas qualidades e, principalmente, com os seus defeitos. Costumo comparar o amor a uma semente de uma flor, que tem que ser regada, acarinhada de forma a puder ganhar vida e florescer. Há no entanto a paixão, a atracção. Isso sim, existe à primeira vista. Quantos de nós já não se sentiram atraídos por um rapaz (no caso da mulheres) ou por uma rapariga (no caso dos homens) por quem passaram na rua. Todos, concerteza. É perfeitamente normal.

Será que uma atracção à primeira vista pode resultar numa relação sólida? É claro que pode, se houver reciprocidade de sentimentos. Se as duas pessoas se conhecerem, se houver cumplicidade, diálogo, amizade, a essa atracção pode juntar-se um sentimento novo chamado amor. Mas é preciso tempo.

Daí que se me perguntarem se acredito em amor à primeira vista, eu responda que não. Mas acredito em paixão, atracção. E se a atracção for sentida de parte a parte, dai pode surgir um encontro, onde as duas pessoas se conheçam melhor e, quem sabe, dai surgir algo mais forte.

Mas esse primeiro encontro é fundamental. Podemos sair com um rapaz lindo, ou com uma rapariga deslumbrante, mas se essa pessoa não disser rigorosamente nada de jeito, todo o encanto, paixão ou atracção é passível de desaparecer. É como termos um prato requintadíssimo à nossa frente. O aspecto é maravilhoso. O aroma então deixa-nos com água na boca. Pegamos no garfo para provar e… não sabe a nada. Tem falta de sal.

Não me apaixonei pelo P. à primeira vista. O sentimento que hoje habita no meu coração não nasceu em 5 segundos, muito pelo contrário. Foi nascendo com o tempo de convivência, foi alimentado e, ainda hoje continua a ser…

E vocês acreditam em amor à primeira vista, ou só em paixão e atracção?

terça-feira, setembro 22, 2009

Ai este Analytics… É melhor que o Yoga do Riso!!!



Uma pessoa está uns dias sem ir ao Analytics e depois, quando lá retorna, é um fartote de tanto riso… Quando alguém estiver assim um pouco mal humorado é favor de ir à sua continha no Analytics que fica logo bem disposto :-)

As pérolas que encontrei ontem foram:

1. Conselhos para engatar uma miúda (Manda-me um mail para o endereço ali à esquerda com as dúvidas e eu logo vejo o que posso fazer.)
2. Perguntas sobre raízes (A única coisa que sei é que estão debaixo da terra, lamento. Ah e que absorvem os nutrientes da terra...)
3. Publicidade exagerada (Concordo. Há muita publicidade na televisão.)
4. Ana Rita Clara sexy (Sim, até é bonita a rapariga, mas nunca falei dela aqui.)
5. 10 Perguntas embaraçosas (Têm mesmo que ser 10?)
6. 871 garrafas de cerveja em cima do muro se uma cair quantas ficam? (870 inteiras em cima do muro e uma partida no chão…)
7. A incógnita do futuro (Se não fosse uma incógnita não tinha piada.)
8. Anúncio de alguma coisa exagerada (O do Citrôen C3 por exemplo. Desde quando é que os carros dançam, hã?)
9. Apelos do ceu quarentena de sao miguel e consagração (Não percebi…)
10. As raízes da homossexualidade (As raízes em si não sei, mas posso dizer-te que já na época dos Romanos a homossexualidade existia e não era nenhum tabu como agora.)
11. Burro maluco (Devias falar com o Scolari.)
12. Cena escaldante angelina jolie e antonio banderas (Por acaso até já vi… É do filme Pecado Original, caso queiras saber.)
13. Coelhinhas playboy optimus alive 09 (A Optimus Alive tem coelhinhas da Playboy?)
14. Como descreve o quadro de edvard munch o grito resumo (Eu cá acho perturbante e bastante profundo.)
15. Como dizer aos pais que vou casar (Eu cá dizia com a boca…)
16. Contactar casais para swing ou mulheres para menage a trois acores Lisboa (Lamento , mas não alinho nessas coisas…)
17. Dexter confissões de uma mente depravada (Está aqui.)
18. Diogo morgado ja e pai (É? Não sei de nada.)
19. Ditado da tartaruga do kung fu panda (Vê o filme.)
20. Estou morta (E andaste a navegar na net? E vieste até ao meu blogue? ME-DO.)
21. Fotos raparigas calçõezinhos justos (Compra a FHM ou assim…)
22. Já me magoou (Magoa-o também, ora.)
23. Libertar hormonas durante orgasmo (Geralmente libertam-se gemidos, mas pronto…)
24. Nos primordios da civilização homossexualismo (Houve uma civilização homossexualismo?)
25. Nuno eiro a dar um beijo na boca a vanessa de oliveira (Nunca vi!!! Mas há imenso tempo que ele andava atrás disso…)
26. O grito de edward munch em preto e branco (Só vi a cores… Mas se quiseres mesmo só a preto e branco é só ires ao Photoshop e mudar.)
27. O que quer dizer por motivo de força maior? (Como hei-de explicar? Quando dizes, “por motivos de força maior não posso ir aí”, quer dizer que há algo de importante que te impede de ir… Percebeste?)
28. Parva pensamentos (E se fosses insultar alguém que conheces hã?)
29. Pensamento homossexualidade (Não faço ideia… Mesmo!)
30. Pensamentos força (Andas a ver muito Star Wars não andas?)
31. Pensamentos sobre anjos da minha vida (Só conheço o meu anjo da guarda… o teu não sei qual seja, quanto mais o pensa da tua vida.)
32. Piropos para mandar aos rapazes (Ai… atiradiça!!!)
33. Porque tenho medo de água fria (Não faço ideia… Já pensaste em submeter-te à hipnose para descobrires? Entretanto, podes aquecer a água.)
34. Qual foi a tecnica usada por edvard munch - o beijo? (Não sei. Sou formada em Comunicação Social e não em Artes… Mas é um quadro bonito.)
35. Quero saber os tabela da maya do sigenos (Vê o Companhia das Manhãs… Ela está lá…)
36. rfm aleluia (Dão missa na RFM?)
37. Raquel strada sic ao vivo com cuecas a mostra , sic ao vivo vanessa oliveira sem cuecas (Pela enésima vez… não vão encontrar aqui gajas em cuecas, nem a mostrar nenhuma peça de roupa mais intima ou mesmo nuas sim?)
38. Tirinhas vou abrir os olhos me arrependi (Se te arrependeste de os abrir, fecha-os de novo.)
39. Tomar banho de agua fria (Já ouvi dizer que faz bem à pele…)

Diga-se já que transcrevi as expressões tal como estão no Google Analytics… Então, deu para rir ou não? :-)

segunda-feira, setembro 21, 2009

A vida é bela… Quando é vida!



Hoje vou falar, ou melhor, escrever sobre um assunto bastante sério: a eutanásia.

Nos tempos de faculdade, para uma cadeira de Psicologia, fiz, juntamente com uma colega, um trabalho sobre este tema, cujo título era “Eutanásia: Problema ou Solução”. Pesquisámos imenso na internet e em livros, de forma a entendermos melhor o que de facto é a eutanásia. Descobrirmos que há vários tipos da mesma e que muitas pessoas ainda recusam em falar sobre este tema.

Como achámos que este tema seria útil para esclarecer várias mentes, e proporcionaria um bom debate, para apresentar o nosso trabalho, resolvemos organizar um colóquio, aberto a todos os alunos da faculdade. Como convidados tivemos um Professor de História de Mentalidades, uma Directora do Serviço de Urgências de um hospital e um padre (não podia faltar não é?). Depois de uma breve introdução ao tema feito por mim e pela minha colega, demos a palavra aos convidados, que expuseram o seu ponto de vista e, de seguida, passámos ao debate em si.

Escusado será dizer que o padre era contra a eutanásia. Como todos os padres utilizou o argumento que diz que ninguém tem direito de tirar uma vida humana a não ser Deus. (Concordo com isto. Ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém, mas pergunto… O que é vida? E já vão perceber o quero dizer com isto mais à frente)

A médica, e Directora das Urgências, cuja função é lidar com a morte todos os dias, tinha duas perspectivas. Como médica a sua obrigação é fazer de tudo para salvar uma pessoa, utilizar todos os métodos ao seus dispor, mas como ser humano, ela disse que não conseguiria viver encarcerada numa cama, dependente de outrem a 100%.

Eu confesso. Sou a favor da eutanásia. Não da eutanásia feita discriminadamente, sem controlo. Devia ser uma opção pessoal. Ou seja, devíamos ter connosco um género de testamento vital onde estejam instruções a ser seguidas caso aconteça algo de grave que nos impossibilite expressar. Por exemplo, imaginem uma acidentado… Alguém que não pode andar, falar, entender, cujo cérebro já não funcione, não tenha a capacidade de percepção que todos nós temos, e que damos como garantidas. Alguém que esteja dependente de outros para beber, para comer, para ir à casa de banho, para vestir, para tomar banho… Enfim, como se nós fossemos um boneco. Acham que conseguiriam viver assim?

Eu digo que não conseguia. Não conseguia ver a vida da minha família, da minha mãe, ficar focada só em mim. Não queria ver a minha mãe acabar-se, cansar-se a cuidar de mim. Não queria que essa fosse a vida dela, nem a minha, pois isso, na minha modesta opinião, não seria vida. Eu sei que cuidar de mim seria uma decisão tomada com todo o carinho e amor. Mas eu não seria feliz assim. Não seria feliz e ponto.

Compreendo que, para aqueles que têm familiares em estado vegetativo, ou numa condição de dependência de outrem, e que queiram morrer com dignidade, esta realidade não seja fácil. Não é fácil atender ao pedido “ajuda-me a morrer... deixa-me morrer”. Muito pelo contrário, deve ser muito difícil. É muito penoso. Ninguém quer deixar ir uma pessoa que se ama. Se o coração já sangra quando alguém que adoramos vai para outro mundo sem ser por vontade própria, nem imagino o que se deve sentir quando essa pessoa nos pede para morrer. Mas imaginem o estado de desespero e dor emocional que alguém deve sentir para querer por terminus à sua própria vida. (E aqui não falo se suicídio atenção… Falo do facto de não puder ter uma vida digna por motivos de saúde. Motivos graves.)

Para mim vida é vida quando temos consciência, quando temos alguma independência, quando podemos ser felizes, quando temos força para lutar.

Há milagres na medicina? Há. Mas quem nos garante que esse milagre vai acontecer?

E eu sou… Assim… :-)



Uma vez, um professor da faculdade, disse-me que eu era parecida com a Joana Solnado. É que não tem nada a ver :-p

Fisicamente: Idade - 24 anitos. Meço entre 1.65 e 1.70 metros. Tenho cabelo castanho claro, assim a cair para o loiro, ondulado. É comprido isso sim :-) Chega-me a meio das costas, mas como está cortado em bico e é escadeado à frente disfarça um pouco. Os meus olhos são verdes, originalmente. Mas já me disseram que, dependendo da incidência da luz, podem parecer azuis ou mesmo cinzentos. A minha pele é branquinha… Já ouviram falar da Branca de Neve? Sou parente dela, portanto. LOL

Psicologicamente: Sou tímida, verdade seja dita. Mas sou simpática (pelo menos nunca me acusaram de ser antipática lol). Geralmente ando bem-disposta, mas quando estou mal disposta sou difícil de aturar. Sou uma boa amiga e uma boa ouvinte. Sou meiga, fiel, honesta, sonhadora e irremediavelmente romântica. Estou sempre disposta a ajudar, tanto que isto já me deu alguns dissabores. Sou bastante transparente, ou seja, não consigo esconder o que estou a sentir. Tenho ideias muito para “a frentex” e com as quais muitas pessoas não concordam.

Detesto injustiças e mentiras. Detesto que as pessoas me falem com quatro pedras na mão sem razão. Mas, isto não são só qualidades, também há defeitos. Às vezes sou preguiçosa e teimosa. Tenho uma paciência de Jó. Sim, é um defeito. Em certas alturas, se explodisse mais cedo não me fazia mal nenhum. Gostava de ser mais espevitada, ter a resposta sempre na ponta da língua, em vez de ficar aparvalhada quando me dizem certas coisas.

E aqui está um pouco de mim :-) A Anne e a Nês foram as que estiveram mais perto da descrição completa… Os outros acertaram na descrição psicológica (como o Swadharma, a Daniela, a Maria e a S*), mas na física… Ficaram um bocado aquém. LOL

Mas eu sei que é difícil. É mais fácil percebermos os contornos psicológicos através dos textos que lemos, do que os contornos físicos… Mas foi engraçado verificar que muitas pessoas me imaginavam morena e de olhos castanhos :-p

sábado, setembro 19, 2009

É giro, gostei e pronto...



Andou aí a correr pela blogosfera um desafio todo giro, que consiste na pergunta "Como será que eu sou?" :-p

Como é que vocês me imaginam fisica e psicologicamente! Quero saber :-) Os que acompanham meu blogue deste o início têm uma pequena vantagem no que diz respeito à caracterização física, pois já tive ali uma fotozinha minha no perfil, mas pronto...

Vá, toca a escrever essas descrições :-p