quarta-feira, setembro 01, 2010

Uma bomba e resolvia-se logo o assunto...


Estou com os nervos! Estou stressada! Estou com a telha, com os tijolos, com o cimento e com todos os restantes materiais de construção. Ai que nervos pá! Nervos, nervos, nervos, nervos...

Liguei para a Escola [again]. Atendeu-me uma senhora da secretaria [again]. Pedi para falar com o departamento de contabilidade [again], e adiantei que o assunto era sobre o pagamento do serviço que tinha efectuado para a escola durante o festival [again]. A senhora disse que ia passar à Dra. [um dos responsáveis pelo pagamento e que foi de férias sem ter a decência de nos avisar].

A Dra. mandou dizer que os pagamentos do festival não estão a ser efectuados agora, só em finais de Setembro, inícios de Outubro [daqui a pouco é em Dezembro]. A Dra. nem se dignou a atender a minha chamada. Nem se deu ao trabalho de falar comigo. Mas tal não me devia espantar não é? Também não se dignou a ir à residência para nos conhecer. [A distância era muito e não devia querer gastar a borracha dos pneus ou a sola dos sapatos a subir as escadas que vão do parque de estacionamento da residência até à residência em si.] Também não se deu ao trabalho de pegar no telefone e ligar para a residência para nos explicar quando o pagamento do serviço ia ser feito ou como o mesmo ia ser efectuado, antes de ir de férias. [Se calhar não queria estragar a manicure ao carregar nas teclas. Era o drama, a tragédia, o horror se a senhora lascasse uma unha. Nunca me perdoria por tal incidente. Se calhar para me recompôr por ter feito tanto mal, ainda tinha que ir de joelhos até Fátima.] A Dra. veio de férias e nem sequer teve a decência de nos ligar para falar connosco. Tive que ser eu a ligar hoje. [E daqui a uma semana e tal disseram-me para ligar novamente.]

Se há coisas que me enervam é a incompetência, a cobardia e a falta de respeito. E se cada uma em separado já me faz ferver, imaginem as 3 juntas. Que c@r@lho! Mas custava muito dizerem-nos logo no início como as coisas iam ser? Ou custava muito ligar para a residência e deixar recado para nós irmos à escola para nos explicar como as coisas se iriam processar depois? Parece que custava.

Eu gostava de saber se a Dra. também só recebe o salário dela de dois em dois meses. [Já que eu só vou receber o meu quase dois meses depois de ter terminado o trabalho.]

Neste momento o que me mete mais raiva já não é o pagamento ser efectuado só em finais de Setembro. O que me está mesmo a stressar é a Dra. não ter tido a coragem de falar comigo e me explicar as coisas tim-tim por tim-tim, e em vez disso ter mandado o recado por terceiros.

...


É hoje! É hoje que a casa [a bem dizer, a escola] vem abaixo. Disseram-me para ligar em inicios de Setembro e, como sou uma rapariga cumpridora, ligo logo no dia 1. E não me venham com ah-e-tal-as-pessoas-responsáveis-não-estão-cá, porque se eu estive a trabalhar é porque preciso do dinheiro.

É por isto que o país está como está. Se eles fossem pessoas sérias tinham deixado um chequezinho passado para nós irmos levantar quando acabássemos o serviço.

Forgive me...




Mas eu já tenho saudades do frio. Não aquele frio gelado. Mas daquele fresquinho gostoso que já nos leva a vestir um casaquinho por cima de uma camisa [já ali tenho um para estrear já agora]... De ter preguiça em levantar-me da cama... De ver as folhas a cair no chão.

Desculpem-me, mas já estou um bocadinho farta deste calor todo!

terça-feira, agosto 31, 2010

...


Ando sem inspiração para escrever aqui...

Como é que eu sei que o calor me faz mal?


1. Quando acordo de manhã sem energia nenhuma e em vez de fazer uma caminhada, arrasto-me [quase que literalmente] pelo caminho e pela estrada;

2. Quando sinto o meu cérebro a derreter, fritar, assar, estufar e a entrar em curto circuito, fazendo-me dizer disparates do género:

Ai que com este calor uma pessoa a cansar até se veste!

Vou comer-me para ir levantar o pequeno-almoço!

Eram para aí 7 ao pito, 8 coisa 9 e tal... [Cantei isto ontem à noite enquanto assistia a um bailarico numa vila vizinha. O que vale é que ninguém me ouviu. A letra é "Eram para aí 7 e pico..."]

segunda-feira, agosto 30, 2010

Ele é o culpado!!!


Se eu morrer a culpa é do Piruças. O rapaz prega-me cada susto... Ele deita-se e senta-se no meio da estrada, ele aparece-me em casa com um arranhão no focinho [deve ter levado uma patada de algum gato]... Ai!!!