sexta-feira, dezembro 31, 2010
quinta-feira, dezembro 30, 2010
...
Nunca mais na minha vidinha perco 2 semanas inteiras a estudar de manhã à noite, só com pausa para comer, devido a uma prova de selecção.
Não sei quantas leis para estudar, uma soma de 385 páginas repletas de uma infinidade de artigos sobre direitos e deveres do trabalhador e da entidade empregadora pública, remunerações, tipos de contrato, estatutos etc e tal, para depois chegar lá, olhar para a prova e ver que nem metade das coisas que nos mandaram estudar estavam lá.
Se correu bem, apesar de tudo? É um bocado díficil de dizer, pois nunca tinha feito nenhuma prova daquele género, mas estava à espera de algo mais complicado do que realmente foi. Sei que já tenho 4 de resposta múltipla erradas, mas vamos ver o que dá. Se tiver mais de 9.5 nesta prova passo para o método de selecção seguinte, senão... Capuff, não se faz chocapic...
Não sei se rie ou se chore...
Mas anyway... Happy New Year!!!
terça-feira, dezembro 28, 2010
Wish me luck...
Desejem-me sorte para amanhã... É um dia importante. Porquê? Ainda não posso dizer... É segredo... Não vá a coisa dar para o torto!
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Merry Christmas...
"Shèngdàn kuàilè, xīnnián kuàilè!" Tendo em conta que estamos em crise fui comprar esta mensagem aos chineses para ficar mais barato! Bom Natal para todos. :)
segunda-feira, dezembro 20, 2010
Sapatos de Rebuçado...

"Quarta –feira dia 31 de Outubro
Dia de Los Muertos
É relativamente pouco conhecido o facto de, num único ano, serem enviados a pessoas que morreram cerca de vinte milhões de cartas. As pessoas – viúvas desoladas e presumíveis herdeiros – esquecem-se de suspender o envio de correio, e por isso, as assinaturas de revistas não são canceladas, os amigos distantes não são avisados, as quotas de bibliotecas ficam por pagar. São vinte milhões de circulares, de extractos bancários, de cartões de crédito, de cartas de amor, de lixo postal, de cartões de felicitações, mexericos e contas, que caem diariamente nos tapetes de entrada ou no soalho, atirados, displicentemente através das grades, enfiados em caixas de correio, acumulados em vãos de escada, abandonados nos degraus e nos vestíbulos, sem nunca chegarem às mãos dos destinatários. Os mortos não se importam. Mas o mais importante é que os vivos também não. Os vivos preocupam-se apenas com banalidades, completamente alheios a que, muito perto deles está a acontecer um milagre. Os mortos estão a regressar à vida.
Não é preciso muito para ressuscitar os mortos. Uma ou duas contas, um nome, um código postal, nada que não possamos encontrar num velho caixote do lixo, rasgado (talvez por raposas) e deixado como um presente nos degraus da porta da rua."
Subscrever:
Mensagens (Atom)


