sexta-feira, janeiro 14, 2011
Dúvidas...
Queria tirar um mestrado, a sério que queria. Não só porque estou farta de estar em casa, mas também porque assim aprofundo conhecimentos e abro horizontes. [Além do que quero estar em pé de igualdade com os aqueles que vão sair agora das universidades] Mas ao inscrever-me é como se estivesse a andar com os olhos vendados, sem ver onde ponho os pés. Não é tanto por não me sentir capaz de voltar a estudar, mas antes por ter medo de não conseguir arranjar um part-time para equilibrar as contas [não posso deixar que a minha mãe acarrete com as despesas todas]. Receio bastante arriscar, mas depois penso: quem não arrisca não petisca não é? Quem sabe se no fundo do túnel depois não começa a brilhar uma luzinha...
O facto de não saber que mestrado tirar também não ajuda. Não posso escolher só algo que goste. É preciso escolher algo que tenha saída [o que actualmente não está fácil]. Comunicação ou Relações Internacionais [este último surgiu assim sabe-se lá de onde e porquê]? E em que faculdade?
Pesquiso e pesquiso e não me decido por algo em concreto e é ver a minha cabeça a deitar fumo...
Das mentiras...
Não acredito em pessoas que dizem que nunca mentem [claro que há mentiras e mentiras]. Todos mentem ou mentiram nalgum momento da vida. Ou mentiram aos pais por chegarem tarde a casa ou para puderem ir a algum lugar, ou mentiram à amiga para ela não ficar chateada, ou mentiram ao namorado, ou à tia, ou ao primo, ou ao irmão. Ou, principalmente, mentiram a si mesmas por alguma razão.
Quem diz que não mente ou nunca mentiu, está a mentir de certeza.
quinta-feira, janeiro 13, 2011
60 minutos...
Umas calças de fato de treino, uma camisola de desporto, uns ténis e um MP3 foi tudo o que precisei. [Isso é um banho a seguir, obviamente!] O alcatrão, os passos e a música. Isso foi o meu refúgio por uma simples hora. O sol iluminou-me a alma e a brisa que corria limpou e refrescou-me a mente. Foi bom!
Tudo isto para dizer que não vão ser uns c@r@lhos quaisquer que me vão fazer desistir. Porque eu sou boa, sou muito boa [uma gaja tem que dizer estas merdas de vez em quando em voz alta para ver se entra]. E tenho dito!
E agora vou ali à varanda, abrir os braços [qual anúncio do Millenium] e gritar "VOU SER FELIZ!!!". Pode ser que o Universo ouça e comece a conspirar a favor. Tristezas? Chuto-as para canto...
E depois há textos assim, que nos dão força para nos colocarmos de pé...*
Hoje levantei-me cedo a pensar no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está a chover, ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro, ou sentir-me encorajado para gerir as minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre a minha saúde, ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não me terem dado tudo o que eu queria, ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar, ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico, ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos, ou entusiasmar-me com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não sairam como planeei, posso ficar feliz por ter o dia de hoje para recomeçar. O dia está à minha frente, à espera para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim.
Charles Chaplin
* Isso e mensagens de força que me deixam aqui... Ter um blogue é isto! É ver que há pessoas que se preocupam connosco, mesmo não nos conhecendo de lado nenhum e sentir que a sua preocupação é genuína.
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