Mostrar mensagens com a etiqueta coisas que não entendo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas que não entendo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

...




"With her clear skin and dark, flowing hair, 18-year-old Aisha would ordinarily have stood out from a crowd because of her beauty.

But now, tragically, the young Afghan woman is eye-catching for a horrifically different reason.

Aisha is a victim of Taliban brutality, her nose and ears barbarically hacked off by her own husband in a warped punishment for attempting to flee her cruel in-laws.

Held down by her brother-in-law, the young bride endured the agony of the man she married disfiguring her face with a knife. (...)" (ver mais aqui)

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

...


"Idosa estaria morta em casa há nove anos

A PSP encontrou ontem no chão da cozinha de um apartamento na Rinchoa, em Rio de Mouro, concelho de Sintra, o corpo de uma mulher que deve ter falecido há já nove anos, sem que o seu desaparecimento tenha sido detectado.

A mulher, que no próximo Sábado completaria 96 anos, estava desaparecida desde Novembro de 2002 mas nunca foram feitas diligências no sentido de se descobrir o seu paradeiro.

Ontem, a PSP entrou no apartamento a mando da nova proprietária que comprou o imóvel num leilão realizado pelas Finanças. Além da idosa também o cão, a sua única companhia, estava morto na varanda." (In DN)

Histórias como estas [porque, infelizmente, está não é única e nem será a última] chocam-me. E chocam-me para além do imaginável. Será que estamos a perder a sensibilidade? Será que o sentimento de solidariedade está cada vez mais desvanecido das nossas mentes? Será que preocupação com o próximo está a ser substituída pelo egoísmo e egocentrismo? Será que estamos tão concentrados em nós mesmos, focados só no nosso umbigo que não nos damos conta do que se passa à nossa volta?

Uma senhora idosa "desaparece" de um dia para o outro e ninguém faz nada. A senhora devia receber reforma, caramba. Será que a Segurança Social não se apercebeu que a mesma não era levantada? Um apartamento gasta água, luz, gás... Será que nenhuma instituição se lembrou de iniciar uma investigação de forma a tentar averiguar o porquê de a senhora ter deixado de pagar as contas de um momento para o outro?

E o cão? Será que ninguém achou estranho o cão ladrar dias a fio pelo facto de ter fome e sede? A minha cadela quando fica sem água na tacinha e tem sede ladra imenso, e não se cala enquanto não a enchermos de novo.

Não compreendo. Não compreendo mesmo.

domingo, janeiro 30, 2011

Coisas que não entendo... # 26


Aquelas pessoas que tatuam o nome dos respectivos companheiros no corpo. Acho aquilo uma parvoíce autêntica. Fazer loucuras por amor toda a gente já fez, mas tatuar João, Paulo, Cristina, Eduarda no corpo é uma estupidez autêntica.

Está bem que quando uma pessoa está numa relação, pensa sempre que será para sempre. No entanto, muitas vezes isso não acontece. E depois? Anda uma pessoa ali com o nome da/do ex tatuado no corpo? Vai o quê? Só andar raparigas/rapazes cujo nome ostentado na pele conste também no BI de outro alguém?

Não sei porquê, mas isso de tatuar o nome do namorado/namorada faz-me lembrar aqueles filmes de cowboys onde os vaqueiros marcam as vacas com ferro em brasa.

quarta-feira, outubro 20, 2010

Coisas que não entendo... # 25


A fixação dos homens por mamas. Durante meses foi através delas que obtiveram alimentos. As mães deles têm mamas. As irmãs também. As tias também. As primas também. Até as avós têm mamocas. Resumindo e concluindo, eles cresceram e viveram toda uma vida rodeados por mamas dos mais variados tamanhos. Então porque raio é que eles quando vêm um par jeitoso ficam boquiabertos e quase que salivam como um esfomeado a olhar para uma coxa de frango?

segunda-feira, agosto 23, 2010

Coisas que não entendo... # 24


Há um portão. No terraço há umas escadas de pedra. No cima das escadas há duas portas em tudo diferentes das demais. Nota-se perfeitamente que são as portas principais de entrada na casa. Então porque caraças os homens que vêm contar a luz insistem em bater na porta da adega quando cá vêm? Estão à espera que uma pipa lhes vá abrir a porta?

segunda-feira, agosto 02, 2010

Coisas que não entendo... # 23


O porquê de, nos filmes de terror/suspense, as personagens insistirem sempre em ir ver de onde vem aquele barulho estranho [barulho esse que só se ouve à noite]. Mal ouvem qualquer coisita esquisita lá vão eles devagarinho, pé ante pé, sempre sem acender a porcaria das luzes [devem ser masoquistas os gajos], e a perguntar "Is somebody there?" ou "Who's there?".

É óbvio que se estiver lá alguém não vai dizer "Yes, I'm here. Don't worry!". O mais provável e pregar um susto passível de os fazer borrar as calcinhas [seguido de um ataque cardíaco fulminante] ou então dar-lhes uma enorme mocada na cabeça que a massa encefálica vai parar ao outro extremo do compartimento.

Mas o que passa na cabeça daquela gente para ir em direcção ao perigo?

quarta-feira, julho 28, 2010

Coisas que não entendo... # 22


Para que serve a tampa do ralo de um poliban. Juro que não percebo porque é que a tampa vem incluída no conjunto. Numa banheira eu percebo, pois qualquer pessoa gosta de um banhinho de imersão de vez em quando. Mas agora num poliban? Quem é que, no seu perfeito juízo, vai tapar o ralo do poliban? Só se for para inundar a casa num curto espaço de tempo.

É que o raio da tampa só estorva. Já viram se ela, acidentalmente, tapa o ralo sem nós darmos conta. Sim, já me aconteceu. Eu no duche muito descontraída, olho para baixo e o raio da água não descia. Eu a pensar "Então a água não desce?". Vai-se a ver e era a p*** da tampa que lá estava.

segunda-feira, julho 26, 2010

Whati? Say that again...


Malato [para concorrente do Quem Quer Ser Milionário]: Sabe quem era o Vasco Santana, não sabe?

Rapaz: Sei. Era... Como dizer... Era o George Clooney da altura.

Vejamos...







Realmente... É que tem tudo a ver!!!

quarta-feira, julho 21, 2010

Coisas que não entendo... # 21





Porque que caraças chamam os lisboetas de alfacinhas. Dos tripeiros até percebo e até sei a história da alcunha. Mas o dos alfacinhas não entendo.

É que eu nunca vi campos de alfaces espalhadas por Lisboa nem nada disso. Então porquê alfacinhas? Porque não pasteizinhos [devido aos pastéis de Belém]?

quinta-feira, julho 15, 2010

Coisas que não entendo... # 20


A tecnologia, principalmente a internet, possibilitou a aproximação das pessoas. Com um simples clique, e sentados confortavelmente no nosso sofá, podemos comunicar com alguém que está do outro lado do mundo.

A nível institucional/empresarial a internet veio abrir uma panóplia de oportunidades. Uma empresa que possua um site [minimamente apresentável e organizado] faz chegar a informação que deseja a num grande número de pessoas, num mais curto espaço de tempo. Através de um clique podemos consultar a história da empresa, os seus valores e ideais, àrea de acção, projectos efectuados ou a decorrer, entre muitas tantas outras coisas. O facto de muitas já disporem de um formulário de contacto [ou uma página com contactos] faz chegar a comunicação entre a instituição e as pessoas ao seu expoente máximo. Ou pelo menos deveria, se o mundo fosse perfeito. No entanto, muitas instituições colocam um formulário de contacto [ou respectivos contactos] simplesmente porque é bonito, visto que nunca respondem a nenhum mail que se lhe envie.

Daí que eu não entenda para que serve aquela página de contactos. Se eles não querem que ninguém lhes pergunte nada, visto não estarem disponíveis para responder, para que têm lá aquilo? É que assim só serve para tornar o site mais pesado e ocupar mais espaço no servidor.

quarta-feira, julho 14, 2010

É caso para contratar o Sherlock Holmes...


"Seis meses depois a reconstrução da capital não passou das intenções. Quase tudo está parado. As ruas continuam atravancadas com entulho e lixo. As máquinas e meios emprestados pelos países para remover o que restou dos edíficios destruídos já não estão no Haiti. (...) A ONU desenvolveu conjuntamente com o Governo haitiano um plano para remover os escombros. São perto de 100 milhões de euros que não deveriam faltar depois do fundo de ajuda de 7 mil milhões de euros doado ao Haiti. Muitos questionam o paradeiro do dinheiro e vários organimos internacionais criticam a demora de alguns dos doadores em colocá-lo à disposição. (...)".  (ver reportagem aqui)

Vá-se lá perceber o porquê, mas não me espanta! Andam 100 milhões de euros perdidos [supondo que percebi bem e são os 100 milhões e não os 7 mil  milhões que andam escondidos] não se sabe por onde e cujo destino deveria ser a reconstrução de uma cidade.

Só para dizer que não sou eu que os tenho. Pois se fosse, já os tinha dado a quem de direito.

sábado, junho 26, 2010

domingo, junho 13, 2010

Coisas que não entendo... # 17



Este jogo lançado pela Playstation, o EyePet. O EyePet é um animal de estimação virtual que reage aos movimentos das pessoas e que interage com o meio ambiente que o rodeia. Pode-se brincar com ele, e fazer-lhe cócegas. Para isso é só colocar os dedos em frente à câmara e fazer o gesto.

Mas sou só eu que acho isto estúpido? Mas que piada tem estar ali fechado na sala, ou no quarto, em frente ao ecrã a brincar com uma coisa que não podemos ver, a não ser na TV, e na qual não podemos tocar. Mas que raio de animal de estimação é este? Mas qual é a graça de estar ali a fazer figura de parvo em frente à televisão a brincar com uma coisa que não está viva.

O "slogan" do jogo é "um animal de estimação que não faz chichi no tapete nem rasga os sofás e cortinados". Isso é chato? É, mas é também onde reside a piada de ter um animal de estimação. As lembranças que ficam de todas as tropelias que eles fazem constituem uma recordação fantástica e sem preço. Há lá coisa melhor que brincar com o nosso cão na relva? Há lá coisa melhor do que ver a cauda a abanar e receber uma lambidela dele quando chegamos a casa? Há lá coisa melhor que sentir o nosso gato aninhado na nossa barriga a ronronar? Ou a roçar-se em nós a pedir mimo?

Se eu tinha dúvidas que o mundo estava perdido...


«Numa acção de formação patrocinada pelo Ministério da Educação em 2003, Fernando Pessoa foi apresentado, entre sorrisos, como um "maluquinho que criou outros tantos maluquinhos". Em vez da leitura de "O Livro do Desassossego", um manual do 10º ano propõe aos alunos uma "Testenovela": a) a leitura das programações sobre telenovelas na revista TV Guia, b) a sua visualização em diferentes canais e c) responder às questões de escolha múltipla. Num outro livro escolar do mesmo ano, uma entrevista de Herman José, transcrita a partir da versão filmada exibida na RTP1, tem o objectivo de ensinar alguns truques da língua portuguesa. O problema é que está repleta de erros ortográficos.

Os três casos não são ficção e estão descritos no estudo de Maria do Carmo Vieira, "O Ensino do Português", que será publicado na segunda-feira. (...)

A autora do estudo não entende a recomendação feita aos professores para que transformem os "Morangos com Açucar" numa "série educativa" e "descodifiquem os episódios" na sala de aula. E muitos menos os manuais escolares que propõem a visualização de reality shows, com o objectivo  de os alunos aprenderem a fazer um regulamento.»

In Expresso

Já é mau insultarem um dos maiores poetas portugueses, e agora querem aparvalhar e embrutar ainda mais as crianças.

sexta-feira, junho 11, 2010

Coisas que não entendo... # 16


Pessoas que não têm expressões faciais. É algo que não consigo compreender e que me enerva um bocadinho, para ser sincera. Mas como é possível que haja pessoas que não se riem, que não chorem, que não tenham qualquer tipo de tique ou jeitos? É pá, é inconcebível! Estão sempre com aquela cara de carneiro mal-morto. É impossível saber se estão contentes, preocupados, tristes ou assim assim...

Um exemplo disto é a actriz Kristen Stewart, que faz de Bella em Twilight. Já vi 4 filmes onde ela participa (além de um sem número de fotos) e a expressão facial é sempre a mesma. Uma expressão facial apática, sem interesse, muito sem sal, de quem está ali só por estar. Não sorri, não ri, não solta uma gargalhada. Nada, nicles, niente. Sempre com cara de quem está, constantemente, com prisão de ventre. Se calhar é falta de treino, porque depois quando se ri (ou tenta) fica esquisita.

sexta-feira, junho 04, 2010

Coisas que eu não entendo... # 15




As primeiras vezes entre uma moçoila e um moçoilo nos ecrãs de cinema. Geralmente, a coisa não é programada. Acontece assim, no decorrer de um encontro em que foram a um qualquer parque de diversões. À maluca portanto! Assim no calor do momento a rapariga e o rapaz agarram-se com sofreguidão e, quando damos por ela, já estão no quarto no pimba pimba.

O que eu não entendo é a conveniência deste acto de amor. A moça nunca está com o período, nunca tem a depilação por fazer, nunca tem uma peça de lingerie menos sexy (tipo aquelas cuecas da avó). Nada, nicles. Nunca ouvimos "Olha, hoje não dá, o Benfica joga em casa", ou a rapariga a pensar "Merda, o encontro a correr tão bem e eu não fiz a depilação". Muito pelo contrário, está sempre pronta para acção. Não percebo!

sexta-feira, maio 28, 2010

Coisas que não entendo... # 14




Há uns tempos, o P., enquanto falávamos de séries, disse-me que tinha visto num qualquer site ou blogue a falarem desta série e de uma coisa muito estranha que nela acontece. A acção decorre ao longo de 24 horas, certo? E cada hora corresponde a um episódio, não é? Mas os gajos, ao longo desse tempo todo, não comem, não bebem, não mijam, nem fazem outras necessidades fisiológicas inerentes a qualquer ser humano. Tento em conta que isto vai na 7ª ou 8ª temporada, o que perfaz, 168 e 192 horas, respectivamente, sem fazer outra coisa senão andar à porrada e aos tiros, é caso para perguntar onde vão os gajos buscar as forças.

segunda-feira, maio 17, 2010

Coisas que não entendo... # 13


Pessoas que não dizem uma única asneira. Calma aí... não me refiro a dizer oito asneiras numa frase com 10 palavras, como muitos putos aqui da terrinha, aos quais só me apetece dizer "olha, não te deram educação em casa?". Mas dizer uma asneira ou outra quando estão chateados ou quando se magoam... Também não precisam de a gritar aos sete ventos e convêm ser moderado no tom se estamos na rua... Mas é libertador dizer uma asneira de vez em quando para descarregar.

Imaginem que uma pessoa vos lixa bem lixados. Se disserem "aquele grande filho da p#%&" (mesmo mentalmente) não ficam mais levezinhos? Se baterem com o dedo grande do pé num porta e gritarem um fo#$-se não parece que a dor diminiu um bocadinho?

Até eu digo uma asneira ou outra de vez em quando. À frente da minha mãe e da minha avó não, aí controlo-me. Mas quando estou sozinha e se me deparo com um momento doloroso ou um acontecimento enervante lá sai uma pela boca fora.

domingo, maio 16, 2010

Coisas que não entendo... # 12



Como já gostei de ver os combates da WWE. Não entendo como, por algum momento, pude acreditar que os gajos andam mesmo ali no ringe à porrada uns com os outros. Oh, santa ingenuidade...

Mas passado estes anos todos, e depois de ter ganho alguma inteligência, não consigo perceber quem acha piada a isto. Não consigo perceber qual a piada de ver 2 ou 4 marmanjos, na sua maioria em cuecas, dentro de um ringue, a fingir que se odeiam e a fazer de conta que andam à batata.

sexta-feira, maio 14, 2010

Mas alguém me explica...


Primeiro ninguém gostava deste Papa. Agora só porque o viram a 3 metros de distância e a celebrar 3 ou 4 missas o senhor já é o maior. Já é muito espiritual, bondoso, carinhoso, inteligente, tolerante e tal. É só elogios... Não percebo!!!