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sábado, junho 20, 2009

Amizade Masculina e Feminina...


Ontem recebi um mail muito giro que ilustra a amizade entre mulheres e entre homens...

Não sei se será bem assim, mas como achei divertido... :-p

A verdadeira amizade feminina

Sofia ia a sair do cabeleireiro e encontrou a Carla na rua:

- Olá, Sofia!!! Cortaste o cabelo?
- Cortei, que achas?
- Estás muito gira, estás 10 anos mais nova. Essas madeixas ficam-te muito bem, está mesmo muito giro, vou fazer umas iguais!
- Ó Carla, é impressão minha ou estás mais magra?
- Sabes, fiz uma pequena dieta agora para o verão...

(meia hora de conversa depois...)

- Olha Sofia, querida, tenho de ir, adoro-te! Beijinhos e dá cumprimentos ao teu namorado!
- Carla, gostei de te ver, beijinhos...

Carla sai a pensar: ... Como esta gaja ficou ridícula com aquele corte de cabelo! Será que ela não se vê ao espelho?

Sofia sai a pensar: ... Esta Carla está cada vez mais gorda! Deve estar a morrer de inveja do meu penteado. Ainda quer fazer um igual? Ela que pense em emagrecer primeiro!

A verdadeira amizade masculina

O Luís ia a sair do barbeiro e encontra-se com o Pedro:

- Então Luis, seu paneleiro! Como é? Foste à tosquia?
- Não sua besta... Fui só cortar as patilhas!
- Porra, que merda de corte é este? Pareces um rabeta. Acho que andas a levar com ele!...
- É... Mas a tua namorada gosta!
- Vá porta-te!...ah, manda um beijo p`ra boazona da tua irmã, ok?
- Vai-te lixar boi! Não tens que chegue para ela! Xau fica bem!

Pedro sai a pensar: ... Este gajo pah... Cinco estrelas!

Luís sai a pensar: ... Este tipo não muda.... é um espectáculo!

sábado, junho 06, 2009

E tu? Qual preferes ser? Menina “boa” ou menina má?




Ultimamente tenho-me surpreendido a mim mesma a pesquisar notícias e sites sobre o que é ser mulher. E tenho encontrado coisas muito interessantes. Hoje encontrei esta pequena crónica. Realmente ser mulher é o máximo ;-p

«Num documentário classificado para adultos, uma famosa stripper explicava uma das técnicas para cultivar a aura de mulher poderosa:

“Na hora de iniciar o jogo da sedução, percorro o olhar pela plateia e escolho um homem que não seja tão bonito ou atraente, pois assim fico mais segura de ser eu a assumir a posição dominante no jogo”. Um jogo que a tornou rica, aliado aos seus dotes de dançarina.

As regras do jogo entre sexos estão a mudar. Ou não. Desde sempre, as mulheres dominaram a arte de encantar, valendo-se de tácticas subtis. A diferença é que agora elas são óbvias, sem medo de serem queimadas na fogueira ou acusadas de feiticeiras. Elas despem-se sem vergonha, sem culpa e, acima de tudo, sem ficarem emocionalmente nuas.

Algumas, vestem mesmo a pele de vingadoras, mulheres fatais à altura de qualquer Martini Man, Marllboro Man ou Action Man. Elas não lhes deixam espaço para serem «malandros», para exibirem os seus dons de caça «à matador», pelo menos sem serem ridicularizados. Que é o mesmo que desqualificados.

No seu novo ‘hit’, Womanizer, uma Britney que em tempos fazia culto da sua virgindade, orgulha-se agora do seu lado sábio [na arte de caçar, sem nunca ser a presa]:

«Superstar / de onde és, como vais? / Eu sei quem és / Podes disfarçar-te de novo com todas as outras por aí / Mas eu sei quem tu és / Um mulherengo». Ora vestida de executiva [as fardas continuam a animar os videoclips], ora em indumentária sexy e até mesmo nua num banho turco, a cantora avisa o engatatão que dela não leva nada, apesar de a perturbar, apesar do lança-charme.

A «boazona», a stripper e a executiva têm um ponto em comum: assumem o controlo intencionalmente, com pose e gestos calculados (e ousados). Exibem-se como objectos de desejo e simulam disponibilidade, intimidade até. Engane-se quem pensa que estão «ao ataque», pois é à defesa que jogam, sem rendição nem baixar a guarda.

Hoje, como ontem, elas continuam a gostar de ser desafiadas, seduzidas, encantadas. Ontem entregavam-se só depois de ter aliança no dedo e as reivindicações eram circunscritas à cozinha. Hoje continuam a conviver com a Cinderela que habita nelas, mas ninguém lhes diz qual o sapato a calçar nem onde devem por o pé. Hoje, como ontem, elas alimentam fantasias com homens perigosos, pouco ou nada protectores, e arrebatadores. E fazem de conta que são perigosas, que dispensam protecção e capazes de arrasar.

Porém, o maior afrodisíaco continua a ser «desejar ser a presa». Ontem elas disfarçavam esse desejo encenando a menina reservada que promete não ser «fácil». Agora encenam a Cat Woman, a noiva vingadora de Kill Bill, a Ms. Smith.
Quanto mais «difíceis», melhor. O pior que pode acontecer-lhes é serem tidas por ‘gruppies’ (mulheres «vampiras», que seduzem estrelas pop à saída do concerto para encontros sexuais).»

terça-feira, junho 02, 2009

Livro de instruções, por favor!


Quem de nós mulheres nunca ouviu esta frase ao longo da vida? Eu já, muitas vezes.

Nós mulheres somos complicadas, não adianta dizer que não. Somos tão complicadas, que nos custa horrores admitirmos que o somos. Oscar Wilde dizia: “sou tão esperto que, às vezes, nem eu me entendo”. Nós dizemos: “sou tão mulher que, às vezes, nem eu me entendo”, o que é sempre bom! Pois se nem nós nos entendemos que fará os outros…

As mulheres são dramáticas por natureza. Choramos por tudo e por nada. Choramos por causa de um filme, choramos se virmos um cãozinho abandonado na rua, choramos por que está a chover, choramos porque está sol e choramos porque nos apetece. E quando estamos naquela fase do mês? Aí não choramos… aí os nossos olhos são uma autêntica cascata! Choramos somente porque dissemos “amo-te” a alguém e esse alguém responde “eu sei”. É sempre uma boa resposta convínhamos! (e atirar-lhe com um prato na cabeça uma óptima solução) Claro que 5 minutos depois de tanto choro já estamos aos berros, chateadas e insuportáveis, mas isso não interessa para nada. A culpa não é nossa, é daquela fase parva do mês.

Somos frequentemente chamadas de inconstantes. Numa hora queremos uma coisa, mas na hora seguinte já queremos outra. E os homens desgraçados, vêm-se à rasca para descobrir o que raio queremos nós afinal.

Agora a pergunta de uma milhão de euros… O que querem as mulheres? Nada mais simples. As mulheres são muito ambiciosas e, logo, querem tudo. Queremos sempre mais e nunca estamos satisfeitas. Queremos só que vocês sejam esse tudo: o querido, o amigo, o bad boy, o homem que ajuda em casa e o homem bárbaro que não faz nada. Queremos que andem em cima de nós a dizer-nos que somos lindas e maravilhosas, mas também queremos que às vezes sejam um pouco inacessíveis para que sejamos nós a iniciar a arte de sedução. Queremos opostos e coisas que não fazem sentido. Olha, é a vida!

No entanto, apesar da nossa constante inconstância, queremos acima de tudo que vocês sejam felizes, e que a causa dessa felicidade sejamos nós. O problema é que muitas vezes vocês homens não reparam nas pequenas coisas. Não reparam quando temos sempre em casa a vossa bebida preferida, quando compramos a marca de bolachas que vocês tanto gostam, ou aquele chocolate que adoram, quando vemos futebol convosco e nos esforçamos para perceber que raio se está a passar no ecrã, entre outras coisas. Mas pronto, os homens são um bocadinho despistados no que refere aos pormenores… Mas nós damos-vos um desconto, ou dois, ou três, ou um milhão… Não interessa!!!

Agora homens, não tentem discutir connosco quando temos a certeza que temos razão, pois não adianta. O máximo que conseguem é uma semana de abstinência sexual, uma semana a dormir no sofá e uma bela dor de costas devido a isso. Mesmo que não tenhamos razão não discutam… é melhor para vocês e acreditem que só penso no vosso bem! ;-)