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domingo, maio 02, 2010

Post sem encadeamento lógico...


É triste ver adeptos do Porto e do Benfica à porrada. É triste ver que adeptos do Porto foram presos. É triste ver adeptos do Benfica a levarem um "chega para lá" da polícia. É triste ver duas senhoras em pânico pois o carro delas tinha sido apedrejado por adeptos dp Porto. É triste ver adeptos a insultarem-se mutuamente. É triste ver auto-denominadas pessoas andarem à porrada, a agredirem-se só por causa de serem de clubes diferentes. Cada vez mais me convenço que há um certo número de pessoas que não vai aos estádios para ver uma partida de futebol, mas antes, e somente, para dar uso aos punhos.

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Portugal vai ajudar a Grécia com 2 mil milhões de euros, aproximadamente. O Primeiro-minitro helénico, George Papandreou, está contente com esta ajuda, segundo Durão Barroso. Alguém me explica onde vai Portugal buscar os ditos 2 mil milhões de euros? Então não estamos em crise? Este Papandreou está a papar-nos é o dinheirinho todo.

sexta-feira, novembro 20, 2009

O dia está a correr tão bem...


Como se não bastasse não ter dormido nada... Hoje de manhã, depois de limpar o pó, fui arrumar o Pronto e o pano na dispensa. Como a porta estava perra eu puxei... A porta veio de repente e entalei os dedos... Mandei um berro que nem imaginam. Agora não os consio dobrar totalmente e um deles está um bocadinho inchado. Adivinhem lá qual é!

Só a mim mesmo...

sexta-feira, novembro 06, 2009

Tendência a Pontapés e Murros...


O novo signicado da TPM... É que a mim apetece-me mesmo ir para a rua e mandar uns bananos a meia de dúzia de gente e gritar disparatadamente com outros tantos...

Haja muita paciência....


Se há coisa que me faz uma certa confusão é pessoas que fazem queixinhas a outras com o intuito que estas últimas façam de pombo correio para nos dar o recado.

Se há outra coisa que me enerva é as pessoas que são extremamente agarradas ao dinheiro, forretas até dizer chega.

E quando estas duas características se unem num só momento, ou numa mesma situação, tal provoca um reboliço no meu interior que só me dá vontade de explodir ou sair pela porta fora desta casinha onde eu vivo.

Não é que não goste de viver com a minha santa mãe e com a minha avó, mas estou a precisar, desesperadamente, de ter um sítio só meu, onde possa mandar e desmandar conforme me dê na cabeça. Onde possa tomar banho todos os dias sem que ninguém (a minha avó) me diga "Outra vez!? Ainda ontem tomaste banho". Onde possa ver filmes de desenhos animados e ouça "A Aninhas ainda gosta de bonecada". Onde possa jogar um jogo de computador e não me perguntem "Que idade é que tens?". Onde possa ter a luz acesa em pleno dia, se tiver imensamente nublado e não conseguir ver nada, para ler um livro e não me digam "Luz acesa em pleno dia?".

Se tomo banho todos os dias é porque faço caminhadas todos os dias (no Verão) e não vou ficar suada. Gosto de ver desenhos animados e depois? Qual é o problema? Tenho uma criança dentro de mim ainda e graças a Deus que assim é. Tomara muitas pessoas tê-la. Desde quando é que jogar computador é sinónimo de ser crinaça hã? E qual o mal de ter a luz acesa durante o dia para ler? É preferível ficar ainda mais vesga do que já sou é?

Oh por amor de Deus. Estou a ficar farta de tanta picuinhice (acho que inventei uma palavra nova). Não vem da minha mãe não. É a minha avó. Eu adoro-a, mas sinceramente, parece que ainda vive no tempo da outra senhora. Morre de medo de gastar uns tostões a mais (como se ela tivesse pouco dinheiro). Será que esta gente ainda não percebeu que o dinheiro fica cá quando se morrer? Acho que se deve fazer um pézinho de meia para a velhice, mas ser forreta em exagero é uma autêntica parvoíce.



Não sei se este post fez algum sentido...
Foi escrito com os nervos...

segunda-feira, outubro 19, 2009

Estou mesmo espantada... Oh se estou!


Lembram-se
disto?

Pois bem, recebi um malzinho desta câmara a dizer que as listas com as classificações dos candidatos já estavam disponíveis on-line. Eu fiquei em 2º lugar com uma pontuação de 13,25 (o que visto assim até nem é mau). Sabem quem ficou em 1º lugar? A tal rapariga de que falo nos últimos parágrafos. A tal que era de lá, que nunca se tinha inscrito numa câmara a não ser daquela vez e que foi para lá com uma data de folhas e "cábulas" de leis sobre o funcionamento dos organismos estatais, como se já soubesse as perguntas que lhe iam fazer.

Estou espantada como o c#$&/#%!!!

sexta-feira, outubro 02, 2009

Desculpem lá mas não consegui encontrar o anúncio...


Quem é que já viu aquele anúncio de "Que se diz de Cristiano Ronaldo em Madrid?"

Gosto particularmente da frase "a SIC e todos os portugueses querem saber o que pensam os espanhoís de Cristiano Ronaldo". Eu sei que sou só uma portuguesa no meio de cerca de 10 milhões mas, sinceramente, aquilo não me interessa para nada. E a vocês?

Tanto programa giro que se podia fazer e lá vão buscar, novamente, aquele cromo. Cá para mim ele fez algum contrato com a SIC. É que só pode! É que quando não há motivo para falarem sobre ele, a SIC lá inventa um.

P.S. - Também não gosto do Manzarra. Tem saídas parvas e inconvenientes.

P.S. 2 - A cabeça do Aimar deve ser de aço. É que se eu levasse uma bolada como ele levou ontem tinha ficado a cantar "tré-lé-lé" durante pelo menos dois anos.

P.S. 3 - Sim, eu sei que o PS1 e o PS2 não tem nada a ver com o tema do post, mas olha...


Sim, hoje acordei embirrenta. Dormi mal.
Acho que estou a ficar engripada. Não, não é gripe A.

quinta-feira, setembro 17, 2009

Direito de resposta e revolta…


Eu não sou uma pessoa com muitas posses. Nunca fui. Nem eu nem a minha mãe. A minha mãe e o meu pai divorciaram-se há muito tempo e por razões que não vale a pena mencionar neste blogue, as relações com este último foram quebradas.

Foi a minha mãe, com os recursos que tinha, que não são muitos, pois não ganha nenhuma fortuna de ordenado que me pagou a faculdade, e todas as despesas que isso implica (como alojamento, transportes, livros, fotocópias, portátil, etc), carta de condução e continua a dar-me dinheiro sempre que preciso.

Aos 24 anos ainda depender da mãe… Se me incomoda? Mais do que possam imaginar. Sinto um nó na garganta só de pensar nisso. Não gosto de o fazer e evito-o o máximo possível. Já me sustentou durante tanto tempo que não me parece justo que o faça, tendo eu já o diploma na mão.

Desengane-se quem pensa que estou em casa a ver televisão ou a ver os carros passarem porque quero. Já perdi a conta aos CV´s que enviei, às negas que levei, às entrevistas que não deram em nada. Desengane-se quem pensa que só me candidato a ofertas na minha área de estudo… Já enviei candidaturas para a Bertrand, Fnac, lojas de shopping, para cargos de administrativa, escriturária, etc… Não tenho vergonha nenhuma de o dizer, mas até agora não me deram uma oportunidade.

Vou baixar os braços apesar disso? Não, não vou. Ontem foi um dia mau? Foi. Toda as pessoas tem um, mais do que uma vez na vida. Ontem foi a minha vez… Vou continuar a lutar? Claro que vou. Quero o meu lugar, quero o meu espaço, quero a minha independência.

Mas, por favor não me digam o que devo fazer. Não me digam que tenho que ir ali, que tenho que tirar aquela ou aqueloutra formação. Não insultem a minha inteligência, não me tomem por parva ou tontinha que não sabe o que deve ou tem que fazer. Não julguem a minha vida pela dos outros. Detesto isso!

Detesto que pensem que por fulano ou sicrano terem determinadas possibilidades, todos as têm.

Errado! Nem todos têm as mesmas possibilidades minha gente. Há pessoas que têm possibilidades para fazer Mestrado, por exemplo, outras não têm. Há pessoas que tem possibilidades de passar férias em Marrocos, outros não têm. Tudo isto se resume a dinheiro, é um facto!

O dinheiro não compra a felicidade, mas compra muitas outras coisas. Formação, por exemplo, não se faz sem dinheiro. Formações custam dinheiro, cursos custam dinheiro, CAP’s custam dinheiro, mestrados custam dinheiro. Tudo custa dinheiro, e como são poucos os apoios, grande parte deste sai dos nossos bolsos ou dos bolsos dos nossos pais. O pior é que muitas vezes o dinheiro nos bolsos não é suficiente e, por mais que queiramos determinada coisa, não a podemos ter. Lamento, mas é assim que o mundo funciona…

Nem todos têm o mesmo número de zeros na conta bancária…

P.S. – Meus queridos seguidores, este post não dirigido a nenhum de vocês mas antes a quem me deu nos nervos.

Agradeço todos os comentários de força que me deixaram… Foram todos do mais querido possível e imaginário :-) Um beijo muito grande a todos.

terça-feira, setembro 15, 2009

É por estas coisas que fico reticente em mandar CV’s para câmaras municipais…



Isto era o que me apetecia fazer àquele júri... Ai se era!!!


Hoje fui a uma entrevista para um dos tais estágios Pepal nos quais me inscrevi (como falei aqui). Saí daqui as 6h da manhã, podre de sono diga-se, para chegar as 8h e esperar pela hora da entrevista que era as 11h.

Como disse cheguei às 8h da manhã. Como não conhecia o local a minha mãe acompanhou-me, não se desse o caso de me atrasar e não conseguir o expresso do meio-dia para voltar e fosse obrigada a ficar lá até às 19h sozinha.

Eu saí daqui a pensar que só tinha passado eu mais um rapaz para a entrevista. Imaginem o meu espanto quando vejo uma rapariga, aqui da minha zona e que foi da minha turma no 12º, a perguntar onde se devia dirigir para uma entrevista.

Cumprimentámo-nos e, com o intuito de satisfazer a minha curiosidade, perguntei:

Aninhas: Então, estás aqui? Mas eu pensava que só tinha passado eu mais um rapaz?
D.: Pois, foi um lapso da Câmara. Eles mandaram-me o mail com a data e respectiva hora da entrevista, mas quando fui ao site para ver a lista de candidatos admitidos e excluídos, como eles diziam para fazer no mail, não estava lá o meu nome. Telefonei para cá e perguntei o que se tinha passado. Foi então que eles me disseram que tinham feito mal o upload da lista. Fizeram da primeira página e da seguinte olha…

Oh, por amor de Deus… Ela ainda telefonou para lá. Imaginem que não tinha telefonado? Imaginem que ela tinha pensado “Mandaram o mail com a hora da entrevista mas, ao mesmo tempo, dizem-me que para ver as listas para ver os candidatos excluídos e admitidos. Como o meu nome não está nos admitidos quer dizer que fui excluída.”? Resultado: lá se ia a entrevista… Esta foi a primeira má impressão!

Pouco passava das 11h quando fui chamada para me apresentar ao júri e proceder à respectiva entrevista. Eram 3 júris, mas só um é que falava. O diálogo foi o seguinte:

Júri 1 (acho que era um Vereador): Bom-dia. Como se chama?
Aninhas: Chamo-me …
Júri 1: Vejo que é de Vouzela! Mas que se passou para termos muitas candidaturas de Vouzela?
Aninhas: (Não respondi. Achei a pergunta idiota, por isso só sorri)
Júri 1: Como já reparou passou a 1ª fase, ou seja, a avaliação curricular. Esta é a fase da entrevista de selecção onde pretendemos analisar alguns tópicos, como motivação, conhecimentos, etc. Por isso, as perguntas não são perguntas fechadas, pelo que pode responder à vontade.

(Esclareço já que a avaliação curricular consiste em analisar o nosso CV no que concerne ao percurso académico, formação profissional e experiência profissional, caso haja. Para isto é preciso ler o Curriculum… Digo eu!)

Aninhas: Está bem.
Júri 1: Muito bem… Então diga-me lá… Tem alguma experiência profissional, ou seja, já trabalhou neste âmbito… das autarquias locais portanto?

Ó que caraças… Então, fizeram uma avaliação curricular baseados no meu CV, tinham o dito ali mesmo à frente, e perguntam-me se já trabalhei em alguma autarquia local? Afinal leram o meu CV ou não leram, fizeram avaliação curricular ou não fizeram? Eu tenho bem explicado no meu Curriculum que, a única experiência que tenho, advém dos estágios que fiz. Um curricular, incluído no curso da faculdade, e outro no seguimento de uma formação profissional. Pensamento da Aninhas: “Nem olharam para os CV’s…”. Esta foi a segunda má impressão!

A entrevista continuou e as perguntas também… Uma desilusão de entrevista, diga-se de passagem. Inscrevi-me para um estágio de Comunicação Social e fizeram mais perguntas sobre Administração Pública. Se sabia os direitos e deveres de quem trabalhava num organismo estatal, se sabia os benefícios que isso traria, etc.… Em 6 perguntas, só me fez uma (duas vá) sobre a minha área propriamente dita: “Quais acham que vão ser as suas funções?” e… Pronto, foi só uma mesmo.

Mas a última pergunta é que foi bombástica mesmo:

Júri 1: Então agora imagine que há aqui um evento. Um lançamento de um livro por exemplo… e que eu lhe digo para enviar os convites via e-mail, mas que lhe digo para não enviar ao fulano X, Y e Z, pois são chatos e eu não estou para os aturar. Mandava ou não mandava?
Aninhas: Pergunta difícil… Mandava, pois se fossem personalidades importantes aqui da zona iam ficar sentidos e iriam gerar-se atritos e troca de galhardetes, ficando a Câmara com uma má imagem.
Júri 1: Pois, mas sabe que se mandasse estaria a desobedecer à ordem de um superior e poderia ser alvo de um processo disciplinar?
Aninhas: Pois não, não sabia.
Júri 1: E isso mostraria que estava mais preocupada com a oposição do que comigo… (e ria-se)
Aninhas: Isso é um ponto de vista. O que eu pretendia era evitar confusões e atritos que não valeriam a pena.
Júri 1: Não é UM ponto de vista, é O ponto de vista. Mas eu faço-lhe a pergunta de novo. Mandava ou não mandava?
Aninhas: Tentando, assim, evitar um processo disciplinar, a minha resposta é sim. Assim sendo, mandava.
Júri 1: Então imagine que, mesmo assim, o fulano X, Y e Z apareciam na mesma e vinham ter comigo a dizer “ah, então, mas que é isto? Não me mandaram nenhum convite…” e eu dizia “Ah, não sei de nada, não tenho a ver com isso… Vai falar com a Técnica Superior de Comunicação. Isso foi com ela.” Que fazia?
Aninhas: O mais provável seria dizer que ouve um problema informático e pedir desculpas em meu nome e em nome da Câmara.

Mal dei esta resposta arrependi-me… Então, o gajo dá-me uma ordem, à qual eu não posso desobedecer, mas depois em público não tinha coragem de admitir o que fez e não hesitava a pôr as culpas em cima de mim? Em cima da estagiária?

O que eu devia ter-lhe respondido era: “Então o senhor dá-me uma ordem, que eu tenho que cumprir para não ser alvo de nenhum processo e não correr o risco de perder o estágio, mas depois não assume as consequências das decisões que toma? Olhe, desculpe lá, mas isso mostra um carácter muito pobre em coragem… Depois admiram-se que as pessoas não confiem nos políticos.” Digam lá que não era o que ele merecia ouvir? Esta foi a terceira má impressão!

Tenho que passar a ser mais espevitada a dar as minhas respostas… O pior é que às vezes fico tão aparvalhada com o que me perguntam que, na altura, não me consigo lembrar de nada inteligente para dizer de tão atónita que fico (e acreditem que esta entrevista me deixou atónita…), só me lembrando de boas respostas mais tarde.

Por fim, quarta e última má impressão…

Enquanto ainda estava à espera para entrar para a entrevista chegou uma terceira rapariga, que andou na minha turma na faculdade. Trazia uma pasta com umas folhas que me pareceram ser artigos de leis sobre o funcionamento de organismos estatais (câmaras e assim). Eu, na minha santa inocência, pensei que se calhar numa outra entrevista, também para estágios Pepal, lhe teriam feitos perguntas do âmbito da administração pública e, achando que ali poderiam fazer igual, tinha-se preparado.

Qual quê? Era a única e primeira vez que se tinha inscrito para uma câmara. Se não tinha nenhuma experiência anterior similar, pergunto como sabia ela que eles iriam colocar perguntas sobre aquele tema. Isto, aliado ao facto de ela ser da zona, só me leva a uma conclusão: cunha. Alguém de dentro da Câmara, familiar ou amigo de algum familiar, lhe deu uma dica. Ela levava uma espécie de cábula por amor de Deus…

E pronto, digam lá se não é motivo para me passar da cabeça e mandá-los todos à M-E-R-D-A?

sábado, setembro 12, 2009

Às vezes penso…


… que falo, e escrevo, chinês. É que eu falo, falo, repito mas, sinceramente, parece que ninguém me ouve ou ninguém me entende! Peço alhos e trazem-me bugalhos. E eu já disse tantas vezes que não gosto de bugalhos... Ápre…

domingo, agosto 30, 2009

Dasse... para os meus vizinhos!!!


Já não basta estacionarem o carro à porta de minha casa, mesmo à frente das portas da adega. Se precisar de entrar ou sair por ali bem que estou tramada...

Agora fazem altas raves até às tantas da manhã. Já não é a primeira nem a segunda vezes que não durmo nada por causa deles. Da primeira vez parecia que estava a haver uma sessão de strip conjugada com uma espécie de orgia. Ontem foi conversa pela noite dentro até para lá das 3h da manhã (se é que não foi até mais tarde pois chegou uma altura em que já nem queria olhar para o relógio e ver que horas eram)...

Mas acham que conversam como pessoas normais??? Não!!! Claro que não. É falar mesmo a altos berros, como se tivessem todos problemas de audição e fossem preciso megafones para se entenderem. (Note-se que existe uma estrada a separar as casas, mas mesmo assim ouvia-os perfeitamente!)

E a despedida... Despedirem-se normalmente?? Não, é preciso despedirem-se em alto e bom som que é para os vizinhos acordarem (pela décima vez) e ficarem a saber que a festa acabou. (Digam lá se não há pessoas simpáticas!)

X: "HAAAAAAAAAAAAAA.... ISTO FOI TÃO DIVERTIDO!!! TEMOS QUE FAZER ISTO MAIS VEZES... HAAAA HAAA HAAAAAAAAAAAA..."
Y: "ESTÁ BEM! DEPOIS COMBINAMOS..."
X: "AMANHÃ LIGUEM-NOS ESTÁ BEM? COMBINAMOS QUALQUER COISA"

Ligar? Para quê? Eu cá acho que não vale a pena... É que com aquelas cordas vocais de certeza que mesmo que estejam todos a KM's de distância se conseguem ouvir perfeitamente.

O que faço eu da próxima vez, hã? Hum? Vou lá mandar duas trolitadas a cada um? Mando um balde de água fria quando estiverem cá fora? Furo os pneus do carro a algum deles? Atiço-lhes a minha cadela (que deve medir para aí uns 30 centímetros de altura)? Hum? Alguma ideia?

domingo, agosto 23, 2009

Vai um banhinho... de água fria?



Se há coisa que eu gosto quando vou ao banho é de estar ali debaixo de água durante tempo indefinido... Gosto de estar ali com a água quentinha a massagar-me as costas e assim... Gasta-se muita água é verdade, mas sabe muito bem de vez em quando.

O pior é que agora não o posso fazer... E a culpa é de quem? Dos "françogueses" dos "camones" e dos "avecs", pois claro. E agora vocês perguntam o que têm os "françogueses", os "camones" e os "avecs" a ver com o facto de eu não poder tomar banho com água quentinha...

A resposta é simples... É que desde que começaram as férias os "emigras" aqui da terrinha regressaram todos e a população quase que quadriplicou, logo o consumo de água também, logo falta água, logo há menos pressão da mesma nas canalizações, logo não há pressão suficiente para acender o esquentador e logo, tenho que tomar banho de água fria... E logo eu que detesto tomar banho de água fria! Tem que estar morna, morninha vá, nem que esteja 40º graus lá fora na rua...

É pá, já não basta virem esvaziar as prateleiras dos supermercados agora acabam-me com a água...

P.S. - Eu sei que há muitas pessoas que têm familiares lá fora e que esta é a única altura em que podem matar saudades, mas quem me tira um banhinho quente tira-me tudo.

quinta-feira, junho 25, 2009

São Pedro está doido!


Mas que raio de Verão é este? Não sei como está o tempo na vossa terrinha, mas na minha está frio, nevoeiro e a chover... Até já fui, novamente, calçar as minhas pantufas... Qual pijama de calções??? Voltei ao pijaminha normal de calças e camisolita de manga comprida... Não há direito!!!

A minha mãe é que se lixou... Estava combinado ir amanhã com umas colegas à Barra, agora olha... :-p

terça-feira, junho 16, 2009

O computador Magalhães é como...


...o mito Sebastianista. Ainda há muitas pessoas (crianças e pais diga-se) que esperam que ele aparece numa manhã de nevoeiro...

segunda-feira, junho 15, 2009

Ninguém merece!!!


(Como se não bastasse a frustação de que falei no post anterior)

Desde que a minha santa mãezinha descobriu a música "A Gaivota", de Amália Rodrigues, na versão dos The Gift não quer outra coisa.

Há mais de uma semana que ando a ouvi-la cantar a música todo o santo dia... É às 7h da manhã quando se está a arranjar para ir trabalhar (acordando-me lá está), é quando está a lavar a loiça, é quando está a regar as plantas, é quando está no banho, é quando está a passar roupa, é simplesmente quando está a andar pela casa... Já não posso com esta música... Nem com gaivotas, pois se elas não existissem esta música também não...

Também já ando fartinha de todo de, cada vez que ligo a televisão, ouvir "passo o dia a sonhar contigo..." de Tony Carreira devido ao piquenique que o Modelo está a organizar... Tomara que o piquenique aconteça logo e o anúncio deixe de dar...

É que o raio da música fica na cabeça. Estamos nós a limpar o pó ou a fazer outra coisa qualquer e ouvimos "passo o dia a sonhar contigo..." e pensamos "de novo?!". Olhamos para a televisão e, ou está desligada ou está a dar outro anúncio qualquer. Então pensamos "de onde é que vem a música então?!" e, depois apercebemo-nos que eramos nós que estávamos a cantar.

É que ninguém merece...

P.S. - E, também, já chateia ouvir falar do Cristiano Ronaldo! Foi para o Real Madrid? Pronto, deixai-o ir... Curtiu com a Paris Hilton? Pronto, deixai-o curtir... (ela também é mais "rodada" que uma estrada... e ele também é umas atrás das outras... No Oriente têm o Ali Bábá e os 40 Ladrões... Cá temos o Cristiano Ronaldo e as 40 Concubinas...) O rapaz dá um espirro e é logo notícia... Não há outras coisas sobre as quais falar? Puxa... Até a plantação de batatas no nordeste transmontano é mais interessante.